sábado, 30 de julho de 2011

Clube da Luta

O tema de hoje é a respeito de um filme que muitas pessoas já assistiram, e quem ainda não viu perde muito! É um filme bem interessante, que acredito agradar a todos os gostos e idades, e de quebra ainda fazer nosso mental trabalhar um pouco.
Não amadureci nenhuma idéia pra escrever, mesmo porque os trechos são auto-explicativos, então seja o que for, vamos lá... Como de costume, coloco frases que chamaram minha atenção, pequenos fragmentos que fizeram minha mente estar no lugar e vagar ao mesmo tempo, coisas que me fizeram decidir escrever estar aqui agora!
O filme fala de um jovem 'empresário' (Jack) que sofre de insonia e frequenta grupos de apoio para conseguir dormir, ele perde tudo o que tinha em um incêndio, conhece um rapaz(Taylor) que o ajuda, os dois juntos criam um clã chamado Clube da Luta, onde suas 'feras' interiores entram em ação, e eles agem livremente, sem censuras a suas personalidades.
O diálogo a baixo acontece quando Jack, que estava no 'ápice' de sua carreira, que acabara de perder tudo que tinha em um incêndio:

 



Quando você compra móveis, você pensa, é isso aí, este é o último sofá que vou comprar.
Eu tinha tudo, tinha um aparelho de som legal, uma coleção de roupas bem respeitável.
Estava próximo de me sentir completo.






WTF... Pára tudo... COMPLETO???? Comoassim?!!!!!!!!!!!!
Quem foi que disse que para ser completo é necessário ter tudo? A completude está dentro, não fora de você! Gente...
Porque pensamos que quando conquistamos algo aquilo será pra sempre? Não... Que graça teria a vida se não houvessem mais desafios? Se não houvessem coisas novas todos os dias? Você se conforta com tão pouco!
Mas claro... Isso foi no inicio do filme, nosso querido Jack ainda era muito imaturo para distinguir o que realmente o faria uma pessoa completa. Ele tinha ‘tudo’, mas sofria de insônia, freqüentava reuniões de pessoas doentes para se sentir melhor que alguém, e odiava seu trabalho! Isto é ter tudo? Isso pra mim é viver de conformismo, aceitar as migalhas que caem da mesa, anular-se!
Quando todos os seus pertences se esvaem, ele procura Taylor, um picareta que conheceu em um vôo qualquer, Taylor o leva para um mausoléu onde ele poderá ficar dormir e lhe mostra sua ‘cama’:

- Apenas um cobertor, por quê caras como nós sabe o que é um edredon?
- É essencial para nossa sobrevivência?
- O que somos, então?
- Não sei, consumistas?
- Certo, somos consumistas, somos subproduto de uma obsessão por um estilo de vida. Assassinato, crime, pobreza. Estas coisas não me interessam. O que me interessa são revistas de celebridade, televisão com 500 canais, nome de uns caras na minha cueca, Rogaine. Viagra. Olestra. Então, foda-se seus sofás e acessórios. Eu digo, não queira ser completo. Pare de querer ser perfeito. Vamos nos expandir. Deixa o barco correr. Este é o meu jeito, e posso estar errado. Talvez seja mesmo uma tragédia terrível. É só material, não é tragédia...
De fato, você perdeu soluções versáteis para a vida moderna.
As coisas que você possui acabam possuindo você.

Um momento de lucidez, não de Jack, mas de Taylor, claro!
Leia umas dez vezes o trecho em negrito, até decorar, eu estou fazendo isso também!
Engraçado como estamos tão obcecados em acumular coisas, que vivemos totalmente em prol de nossos pertences, chega um momento que não conseguimos determinar quem é dono de quem! Nos apegamos de tal maneira que isso nos paralisa, não andamos e as vezes até somos arrastados de volta a praia pela correnteza.

- Me dê sua mão, por favor.
- O que é isto?
- É uma queimadura química. Dói mais que qualquer outra queimadura, e vai deixar cicatriz.
- Meditação funciona com câncer, talvez funcione agora. Não afaste a dor. Oh, Deus! Tentei não pensar na palavra cauterização.
- Pare! Esta é sua dor, esta é sua mão em brasas. Não, não lide com isso da forma que aquela gente moribunda faz! Este é o maior momento de sua vida, e você se manda para outro lugar! Pare de lutar. Primeiro tem de perder o medo, e saber que um dia, você vai morrer.
- Não sabe como dói!
- Apenas depois de perdermos tudo é que estaremos livres. Certo. Parabéns. Você está mais próximo do fundo do poço.


Quantas vezes acontecem determinadas situações em nossas vidas, que fingimos não ver, onde amenizamos a dor de alguma forma, sem absorver nada de construtivo, levamos nossas mentes pra longe, ficamos extremamente ansiosos, não aproveitamos aquele momento, aquele pequeno pedaço de momento que é tão importante, não somente os momentos bons são importantes os ruins também. Vamos aprender a matar tudo o que temos, tudo o que conhecemos e que não nos serve mais, pois só assim poderemos novamente construir novos sonhos, novas expectativas.


Você já parou pra pensar como nossa geração é pobre de história? É fútil? Como nossa geração se importa apenas com aparência, TV, mídia, dinheiro, geração onde são poucas as pessoas que buscam o desenvolvimento intelectual.

Somos uma geração sem peso na história.
Sem propósito ou lugar.
Não temos uma Guerra Mundial.
Não temos a Grande Depressão.
Nossa Guerra é a espiritual.
Nossa Depressão, são nossas vidas.
Fomos criados através da TV para acreditar que um dia seríamos milionários e estrelas de cinema.
Mas não somos, aos poucos tomamos consciência do fato.
E estamos muito, muito putos.


Nós pensamos que sabemos muito da vida, quando na realidade não sabemos nada, somos patéticos, pequenos grãos de areia em um universo tão enorme, que vive muito bem com ou sem nossa existência.
E se você morresse agora? Diria que sua vida valeu a pena? O que gostaria de fazer antes de morrer? Como descreveria o seu tempo aqui?

-  Atingir o fundo do poço não é moleza. Pare de tentar controlar tudo e relaxe! Relaxe!
- Certo, tudo bem. Tudo bem. Nunca estive num acidente de carro antes. Acho que é assim que aquela gente se sentia antes de eu anotá-los como estatística nos meus relatórios. Que droga!
- Acabamos experimentar o limite da vida! No mundo que eu vejo, você está a caça do alce, nas florestas do Grand Canyon nas ruínas do Rockfeller Center. Vai usar roupas de couro que vão durar sua vida inteira. Vai escalar pelas eras da Sears Tower. E quando olhar para baixo, vai ver figuras minúsculas, secando charque nas pistas de alguma auto-estrada abandonada.


Eu vi um texto um dia destes, que se encaixa muito bem nessa finalização da cena, quanto mais alto nos elevarmos, menores pareceremos aos olhos de quem estiver no chão. Já aconteceu comigo, conheci uma mulher, muito inteligente, intelectual, mas ela parecia louca, insana! Todos a discriminavam, passaram-se anos até eu perceber que ela estava em um outro nível, e nós a víamos tão pequena, quando na realidade os pequenos éramos nós. 
Não queira passar rápido demais pela vida, nem queira forçar uma mudança, vamos dar um passo de cada vez, cada um tem seu próprio tempo!

Enfim... Se você ainda não assistiu o filme, por gentileza, feche a página, e vá assistir... Ou continue lendo e saberá o final!




- Somos a mesma pessoa. Isso mesmo. Somos a merda ambulante.
- Não entendo.
- Você queria um jeito de mudar sua vida. Não podia conseguia sozinho. Tudo que quisera ser, este, sou eu.
- Não é possível, isso é maluquice.
- As pessoas fazem isso todos os dias. Falam consigo mesmos, veêm-se, como gostariam de ser. Só não têm a sua coragem de, simplesmente, levar adiante. Você ainda se debate um pouco, é por isso que às vezes você é você. Pouco a pouco, você está se transformando em... Tyler Durden. Você não é seu emprego ou quanto dinheiro possui!


Jack matou Tyler, e assumiu a si mesmo como protagonista de sua vida, como autor de seus próprios atos. Pois percebeu que não precisava mais de Tyler, que havia finalmente se encontrado.
Quantas vezes nos escondemos em personagens? Atrás de pessoas, situações, empregos, amigos, quantas vezes estamos tão distantes de nós mesmos, que quando estamos conosco parecemos ser outras pessoas completamente diferentes e realmente felizes!
O que importa é nos encontrar-mos, seja como for, o que importa é sorrir com o coração, é estar em harmonia com aquele nosso bichinho lindo que nos quer tão bem! Porque quando não o ouvimos, a queda é grande! Posso dizer por mim mesma, pelas minhas experiências, quando o ouço tudo flui, mas quando finjo não ouvir, ele deixa... Até a queda!
Vamos lá, vamos focar em nós, vamos ser quem gostaríamos de ser, sem se importar com a vaidade. A verdadeira mudança vem de dentro, o restante é consequência!

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Pontos de Vista


Nossa, quase passei o mês despercebido aqui! Mas eu não vou parar de escrever, e espero que vocês não deixem de ler! Este mês houveram contra-tempos que atrasaram o andar dos pensamentos, mas agora podemos continuar as nossas filosofias, que não são poucas! Costumo dizer que minha mente é um turbilhão de pensamentos, não pára um minuto, nem pra dormir.

Quantas vezes olhamos pra alguém e 'fantasiamos' N coisas a respeito da pessoa? Nem precisam ser coisas positivas, podem ser negativas, mas fantasiamos, sempre! Idealizamos algo de alguma forma, na maioria das vezes são críticas, claro, é muito mais fácil criticar alguém do que elogiar, isso quando não construímos nossos sonhos sobre outras pessoas, quando na realidade o sonho deve ser construído sobre nós mesmos!

Mas porque isso? Eu tenho uma simples teoria, é um reflexo do nosso interior, aquilo que estamos precisando no momento, e achamos que é ali que encontramos! Se estamos precisando de alegrias, lá está, se precisamos de um culpado, encontramos, se precisamos de um inimigo, temos, e assim por diante!

Ta tudo muito lindo na sua vida, é porque você vê a vida linda e está bem, tudo é lindo, tudo é bom! Mas quando não estamos bem conosco, parece que tá tudo errado, tudo está feio, e ficamos reclamando de tudo!

Um outro exemplo muito comum, quantas vezes um amigo veio falar mal de outra pessoa pra você, pintou uma imagem totalmente destrutiva de alguém, com uma infinidade de 'qualidades' que você pensou ser praticamente impossível de achar em um único ser, te deu até agonia de pensar em chegar perto dessa pessoa, até que um dia, por acaso você conheceu a pessoa, e viu que ela não era nada daquilo que você pensava. Nada do que foi pintado pra você! Uma pessoa super alto astral, bonita, comunicativa, educada! Pois é... Pois é! 

Engraçado não? Pode ser a pessoa mais maravilhosa do mundo, mas se você a olhar com desprezo, ela será simplesmente um ser qualquer, ou até uma pessoa extremamente negativa, com uma energia super carregada e você a acha maravilhosa!

Aqui fica uma duvida, já parou pra pensar que é apenas a sua forma de ver a vida? De ver uma determinada situação? De ver outra pessoa? É a sua forma de viver, o vilão da sua vida é você! Você se destrói e você se eleva, só você tem este poder!

Outra coisa que eu acredito, semelhante atrai semelhante, e se você atraiu pra uma determinada situação desagradável, uma pessoa que vive jogando o lixo dela sobre você, saiba que o errado é você, e sempre será você! Poxa vida né... Que dó! rs

Porque você aceita isso, você atraiu isso, já se perguntou porque? Se você realmente quer a resposta, você vai ter que se desafiar, desacreditar de si mesmo, esquecer que está lidando consigo, e ser duro! Porque aceitar que estamos errados é difícil, temos uma certa resistência com isto.

As pessoas extremamente orgulhosas então... Sofrem sozinhas, e o azar é todo delas! Como é fácil apontar o dedo para as outras pessoas mas não nos olharmos no espelho!

Como eu costumo dizer pra todos aqueles que fazem as coisas e depois vem desesperado pedir ajuda, e agora o que eu faço... Simples: "Assuma a responsabilidades sobre seus atos", afinal, quem vai arcar com as conseqüências é você mesmo! 

Mas... Como diria o Gasparetto: "Eu não tenho nada a ver com isto! Não é problema meu!", acreditem, funciona!

É uma coisa muito simples, este é um texto banal, mas... Um segredo que poucos já pararam pra pensar, tudo, exatamente tudo... Está dentro de você, e quando você conseguir sentir isso, e viver isso de verdade, perceberá que está consigo e que nada pode te abalar!

Beijo!

terça-feira, 14 de junho de 2011

Apenas uma formiga...


Em um desses dias as 7:00AM, estava eu, praticamente um zumbi dormindo e acordada ao mesmo tempo, andando pelo metrô, aquele monte de pessoas correndo apressadas, e um silencio mortal, comecei então a pensar:
Todos os dias nos deparamos com milhares e milhares de pessoas, seja no trânsito, no trem, no ônibus ou no trabalho, já parou pra pensar o tamanho do capital humano?! A quantidade de pessoas existentes no seu bairro, cidade, país? E no mundo!?
Quando nos deparamos com pessoas nas conduções públicas todos os dias muitas vezes nos irritamos com atrasos, apertos ou empurrões, mas raramente pensamos que muitas dessas pessoas são como nós, com a mesma rotina, mesmos gostos, mesmas afinidades.
Já parou para pensar que você é apenas mais um em milhões? Que o mundo sem sua presença não faz a mínima diferença, e que tudo continuará acontecendo com ou sem você? Haverá energia elétrica, pão quentinho de manhã, novela, desastres, nascimentos e mortes. Mesmo você sendo peça fundamental em uma determinada tarefa na empresa ela continuará funcionando se um dia você for embora.

“Foi a maior queima de arquivos da história do Rio de Janeiro, e mesmo assim, o sistema continuava de pé. O sistema entrega a mão pra salvar o braço. O sistema se reorganiza, articula novos interesses, cria novas lideranças. Enquanto as condições de existência do sistema estiverem aí... ele vai resistir.” Capitão Nascimento

O trecho acima é de um filme muito conhecido, uma critica brasileira ao governo, a corrupção! Mas se utilizarmos a dissertação em outro contexto, sendo ele em nossa vida profissional ou sentimental, o significado é o mesmo!
A vida se adapta sempre, em todas as ocasiões, é como a teoria da evolução quem não se adapta ao meio é ‘eliminado’ sem a menor piedade.
Porque perdemos tanto tempo criticando e cuidando da vida alheia quando temos uma vida própria pra tocar.
Podemos não ser nada para o mundo, mas o que importa não é o mundo, é o seu mundo, o que existe dentro de você. Vamos parar de ficar acumulando brigas, fofocas, sentimentos ruins e energias negativas, a vida é tão mais que isso!
Pare de ficar sobrecarregando sua vida de coisas que não lhe agregam valores, faça o que te dá prazer, preocupe-se consigo mesmo, se você não for capaz de fazer isto, ninguém será por você!
Amanhã ou depois nada mais fará sentido, então gaste seu tempo de maneira inteligente, não espere que alguém lhe faça algo de bom para você poder dizer o quanto ela é especial pra você, não tenha medo de ser quem você é, não se esconda atrás de uma máscara. Cedo ou tarde a máscara cai, e quem tem que arcar com as conseqüências é você!
No seu filme, o protagonista é você! E cabe a você fazer com que a história seja boa ou ruim!

terça-feira, 10 de maio de 2011

Completude


Os animais são feitos de algo chamado instinto, que é tudo aquilo que garante a sua sobrevivência. Instinto é o próprio bicho animal, que define sua sobrevivência, o que inclui se alimentar e perpetuar a espécie, ou seja o violência e sexo, dois atos totalmente animais. E os seres humanos nada mais são do que animais racionais ( ou não ).
Partindo do princípio básico da sobrevivência, os instintos. O ser humano está sempre em busca de satisfazer-se de alguma maneira, pois não é diferente dos demais animais. Porém o ele definiu que para perpetuar sua espécie é necessário unir laços, relacionar-se, instituindo diversas formas de relacionamentos amorosos.
Esse 'modo de sobrevivência' causa no ser humano a busca constante de completude, pois nascemos com a sensação de sermos incompletos, como se faltasse um pedaço, ou metade.
Na Grécia existe uma historinha legal falando sobre o mesmo tema:

“O mito da alma gêmea
Aristófanes, poeta cômico grego, contemporâneo de Sócrates, afirmou que no começo os homens eram duplos, com duas cabeças, quatro braços e quatro pernas, esses seres mitológicos eram chamados de andróginos. Os andróginos podiam ter o mesmo sexo nas duas metades, ou ser homem numa metade e mulher na outra.
O mito fala que os andróginos eram muito poderosos e queriam conquistar o Olimpo dos deuses, e para isso construíram uma gigantesca torre.
Os deuses, com o intuito de preservar seu poder, decidiram punir aquelas criaturas orgulhosas dividindo-as em duas, criando, assim, os homens e as mulheres.
Segundo o mito, é por isso que homens e mulheres vagueiam infelizes, desde então, em busca de sua metade perdida.
Tentam muitas metades, sem encontrar jamais a certa. “ (Equipe de Redação do Momento Espírita, com base no cap. II, do livro A Filosofia e a Felicidade, de Philippe Van Den Bosch, ed. Martins fontes)

Essa sensação de incompletude sentida é algo mais profundo do que simplesmente uma mudança de hábito, faz parte do inconsciente coletivo da humanidade, onde as pessoas acreditam que só poderão ser felizes se estiverem com alguém. O que acontece é que as pessoas esquecem que é necessário possuir personalidade própria e preservar sua individualidade, pois é ela que atrai as demais pessoas pra sua vida. Uma pessoa sem individualidade é uma folha caindo ao vento, sem objetivos, apenas pairando lentamente em direção ao chão.
Talvez seja em função disso que o ser humano busca, incessantemente, por sua alma gêmea para preencher sua carência afetiva.
Agora vamos a questão... Se alguém sente-se tão incompleto, a ponto de alimentar uma carência e uma obsessão por companhia, isso deixa de ser saudável, e a pessoa passa a ser manipuladora, ciumenta, possessiva, buscando alguém que seja uma extensão de seu próprio ego, violentando-lhe a individualidade, ao invés de um individuo que possa lhe propor novas experiências, novas possibilidades.
E conseqüentemente atrai alguém que esteja buscando o oposto, ou seja, a anulação, logo surgem os problemas, as discussões, muitos casais levam isso adiante por insegurança, por não estar em si, não ter posse de seu próprio eu.
Nos perguntamos então, aceitar, buscar esse tipo de situação é saudável?! Lhe traz o sentimento de conforto e felicidade?
Acredito sim que somos seres incompletos, porém nascemos inteiros, precisamos de um outro ser inteiro para nos completarmos, e temos que aprender a conviver com isso, para que a completude seja uma dádiva, e não um objeto de posse, mas uma felicidade, o motivo de um sorriso todos os dias, e não de lagrimas.

Fica aqui uma mensagem para as pessoas que se anulam todos os dias.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Apego


As vezes, um momento, um pouco de atenção, um sorriso... Dado quando mais precisamos nos prende de certa forma a algo/alguém que perdemos nossa própria identidade, em um momento de carência os sentimentos podem ser facilmente confundidos, fazendo com que aceitemos traições, mentiras, feridas, causando mais e mais feridas a cada dia.
Quando pensa-se nas poucas coisas boas é engraçado como todas as ruins parecem sumir da mente, e muitas vezes não se dá o devido valor ao que tem valor, não dá-se valor a si mesmo, e esquece que o bem mais importante e precioso da sua vida é você! E se você não estipular seu 'preço' qualquer um pagará o que bem entender.
Se uma pessoa não serve pra você hoje ela não servirá nunca, sabe... algumas pessoas podem até mudar, mas mudarão por sí mesmas, porque seu jeito de ser o incomoda, porque não está bem consigo mesmo, mas por você... Aceite isso, ninguém nunca irá mudar.
Recuperar confiança ou conquistar uma admiração é algo que não existe, são coisas que simplesmente surgem e quando quebradas não podem ser reavistas. Ou você quer uma pessoa, ou não a quer, não há meio termo, mas as pessoas insistem em apegar-se a momentos vazios, momentos distorcidos.
Algumas porque não aceitam a perda, outras por orgulho, outras por puro apego, outros tantos por carência.
Perda, Orgulho, Apego, Carencia, são sentimentos que podem ser empregados em qualquer situação desde uma simples roupa até um sentimento forte, e este tipo de coisa acontece o tempo inteiro.
Quantas pessoas tem tudo que o faz feliz, mas jogam fora por um sentimento desgastado e doentio, se sabotam, o tempo inteiro.
Pare de se sabotar, aceite o seu melhor!
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